terça-feira, 12 de maio de 2009

ICNIRP vs OMS

Relatório de 2007 – ICNIRP

• É essencial estabelecer limites de exposição contra efeitos adversos dos campos na saúde. Só são conhecidos efeitos de curto prazo e as recomendações ICNIRP foram elaboradas para proteger contra esses efeitos

• Há incertezas quanto à existência de efeitos crónicos (de longo prazo) devido à evidência limitada entre a exposição aos campos eléctricos e magnéticos e a leucemia infantil. É por isso justificável o uso de medidas preventivas

• Contudo, não recomenda que os valores-limite sejam reduzidos para valores arbitrários em nome da precaução, porque desacredita os princípios científicos em que se baseiam, conduz a soluções caras, e não constituem necessariamente uma forma de protecção efectiva

• As autoridades devem estabelecer programas de protecção que incluam medição dos campos de todas as fontes, verificando se cumprem os valores-limite

• Desde que os benefícios sociais, económicos, e para a saúde não sejam comprometidos, a adopção de medidas preventivas de muito baixo custo são razoáveis e justificáveis para reduzir a exposição

Relatório de 2007 – OMS

  • Existe uma evidência limitada para a carcinogenicidade humana de campos magnéticos em relação à leucemia infantil

  • Para todas as outras formas de cancro as evidências são desadequadas para relacionar a carcinogenicidade humana com os campos eléctricos e magnéticos.

  • Existe evidência desadequada em experiências com animais para a carcinogenicidade de campos magnéticos a muito baixa frequência.

  • Não existem dados relevantes disponíveis sobre experiências de carcinogenicidade sobre animais com campos eléctricos a muito baixas frequências.

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